É meio pretensioso esse nome, mas todos nós gostaríamos de estar naquela cadeira! Vamos discutir sobre filmes. Entrar nas cenas e colocar a nossa visão da 7ª arte.
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29/06/2011
O lixo do maior aterro sanitário da América Latina, Jardim Gramacho (município de Duque de Caxias), ganhou forma e beleza nas mãos do artista plástico Vik Muniz. E os catadores que dependem financeiramente deste lixo resgataram aos poucos sua autoestima e esperança. É o que relata, de forma sensível, Lixo Extraordinário, documentário filmado na periferia do Rio de Janeiro.
Indicado ao Oscar de melhor documentário de 2011.
O objetivo inicial de Vik Muniz era retratar os catadores em sua rotina. Mas seu contato direto com pessoas que, mesmo postas à margem da sociedade, revelavam grandeza de alma, provocou no artista o desejo de mudar a vida daquelas pessoas, oferecendo-lhes sonhos, outras formas de pensar e a possibilidade de enxergar beleza no que antes era um amontoado de lixo.
No meio do lixo se revela a grandeza da alma humana...
13/03/2011
A Rede Social
"Você não consegue 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos”. É em torno da discussão sobre perder o amigo mas não a piada – neste caso, a bolada – que se desenrola a ação de “A Rede Social”.
O filme A rede social conta a história por trás da maior rede de relacionamentos da atualidade, o Facebook. Apresentando fatos que misturam realidade e ficção, e envolvem o seu fundador, um jovem americano com fraca capacidade de se relacionar bem com as pessoas, conhecido por Mark Zuckerberg.
Mark Zuckerberg é alvo de vários processos – um deles movido pelo ex-sócio e melhor amigo, o brasileiro Eduardo Saverin. Se em nenhum momento a perspicácia de Zuckerberg é colocada em questão, o mesmo não se pode dizer sobre sua índole. Quem é, afinal, Mark Zuckerberg? O último romântico – que tira “o” coelho da cartola por causa do fora da namorada – ou o último mercenário?
Nesta época de relacionamento virtual,é dificil saber o que é real o invensão, mas o filme monstra mesmo é a ambição do ser humano, não da saber se Zuckerberg é um gênio ou um babaca com dor de cotovelo.
Pouco se importanto com os processo que enfrenta o personagem é frio, milionario, mas frio
Alem de criar o “Facebook”, o moço tem boa visão de marketing e negócios. Às vésperas da estreia de “A Rede Social”, ele doou 100 milhões de dólares para a melhoria de escolas públicas nos Estados Unidos. Atitude pensada para limpar a barra ou simplesmente a boa ação do dia? Somente a namorada – Érica Albright, a causadora e inspiradora de tudo –, o ex-amigo brasileiro e seu conselheiro Sean Parker – criador do Napster – poderiam decifrá-lo.
George VI (Colin Firth), conhecido como Berty, assume, a contragosto, o trono de rei da Inglaterra quando seu irmão, Edward (Guy Pearce), abdica do posto em 1936. Despreparado, o novo rei pede o auxílio de um especialista em discursos, Lionel Logue (Geoffrey Rush), para superar seu nervosismo e gagueira. Com o tempo, tornam-se amigos.
Este drama histórico dirigido por Tom Hooper é dono de qualidades técnicas invejáveis. Tudo está no lugar certo, desde o figurino e direção de arte que recriam com perfeição o período representado, como a fotografia e a trilha sonora precisa . UM filme preparado para ganhar o Oscar, tudo é certinho,simpatico.Mas tudo seria em vão se o filme não tivesse uma alma e ela pode ser encontrada nas ótimas atuações do elenco, principalmente o cada vez mais competente Colin Firth e o sempre ótimo Geoffrey Rush (que rouba todas as cenas em que aparece). Colin Fith interpreta Bertie (apenas para os íntimos), o futuro Rei George VI. Sua posição o obriga a falar com os cidadãos constantamente, mas ele é dono de uma gagueira homérica. Para ele, ficar diante de um microfone traz a mesma sensação de ter uma arma apontada para a própria cabeça. Lionel Logue (Rush) é quem vai ajudá-lo a tentar superar o problema.
Um filme realmente simpatico, com final feliz e que agrada a todos...mas Oscar de melhor filme é um pouco de demais....
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